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No dia 16 de março, o b.boy Kaléo visitou o Observatório do Hip-Hop e deu um mini-workshop de break para os alunos regulares da oficina.
A criançada, já o conhecia de outras apresentações e ficou animada com a oportunidade de complementar sua formação pegando algumas dicas com ele.
Juntando Pluto (professor residente) e Kaléo (professos visitante), acreditamos estar transmitindo uma boa formação no que se refere ao break, para a molecada de Monjolos.

Confira a matéria completa pelo link:

http://observatoriodohiphop.wordpress.com/

NSB

Entrevista

B.Boy Kaléo – Jokazooh Crew  

Essa é uma responsa do B.Boy Kaléo: bailado forte, botando organização, e além disso – o homi é internacional, broder! Na Jokazooh Crew é tudo do mesmo nível. Tipo assim, é uma salada global. A crew foi formada na Alemanha, na cidade de Bielefeld, misturando alemães, asiáticos, um turco e de brasileiro: é o Kaléo e o B.Boy B.Rock.



+ velho tb chegou!
Na real, Kaléo voltou da Alemanha no final de 2009, numa de concluir vários planos que já vinha traçando na mente. Mas foi a época da crise econômica, seus contatos deram pra trás e os projetos desandaram. O resultado foi que 2010 virou uma espécie de férias forçadas no Brasil – mas que fortaleceu as metas pra 2011.

Então esse ano já começou quente: mete uma bronca para puxar as sessions em Niteroi e São Gonçalo, numa de que o breaking é construído com esforço, em praça pública e levando sempre em conta os fundamentos. Mesmo já tendo posto prática nisso, a burocracia no Brasil é uma dor de cabeça, e o mínimo apoio das autoridades parece um nó cego, que não desata fácil. Conta com a boa vontade dos vizinhos, para não ter reclamação, nem ter a polícia em cima pra desligar o som.

A Nikiti Session é uma moral pela cidade de Niterói. Por lá, ainda não tem um lugar certo pros encontros breaker – está sendo construído. O destaque foi a solidariedade com o projeto. Kaléo contou com o apoio do CLAM, que é banca forte de SG; mais a força do B.Boy Ghél Nikaido, que botou pilha nos conhecidos; mais o DJ Willamy, que é local, sabe tudo. E conta que o número surpreendeu, inclusive pelas 5 cabeças que vieram de Jacarépaguá, fora o Doug e o Troia da Maré, entre outros de longe.

Em São Gonçalo também não foi pouco. As mais de vinte cabeças que formaram por lá, como primeira vez na Praça do Rodo, na véspera de carnaval – não poderia ter sido melhor, diz Kaléo. E é também um trabalho que está começando a ganhar uma forma, conquistando aos poucos a divulgação para reunir quem está espalhado. A tendência é só fortalecer.

Sobre o trabalho de apoio, a CLAM botou o decorflex, e Kaléo até comprou um sound especialmente para essa nova fase na região. B.Boy Japa também falou da espectativa, que geral tá juntando para a Style Monster não faltar com um Boom-Box. Isso sem falar do registro, que o B.Boy Pluto tanto vem se esforçando, como agora entrou a Luíza, que sabe tudo de filmagem e fotografia – mídia alternativa é o canal!


- B.Boy Pluto e Luísa

 

 

 

 

Sobre as B.Girls, Kaléo disse que nem sabe se forma na cena daquele lado da poça – que tinha a B.Girl Boneca, que se afastou, mas que devem existir outras, anônimas. E completou, dizendo que um problema que ele vê é a B.Girl entra, mas logo se ajeita com um B.Boy, ou arruma um namorado por aí – e deixa o breaking de lado.


- B.Boy Pluto

Até culpa os próprios B.Boys, por muitas vezes vê-las como “pegável”, que nem é errado isso, mas… para a cultura breaking, muito amor atrapalha. Kaléo fala de seu compromisso como professor, como divulgador da cultura – uma experiência que fez ele pensar diferente sobre esse assunto. Mas, pra geral, ele não vê nesse nível, pra saber ensinar. Falta o interesse de geral em passar os fundamentos, ao invés de pensar “só naquilo” diante de uma mina de breaking na praça.

- os parcel SG e casal Thomassin

É minha gente, isso tudo é a evolução – discutir os assuntos, buscar entender, como resolver os problemas. Sempre tem solução. Kaléo promete que ainda esse ano vai bolar um plano mais sólido, algo como uma escola, uma Ong – mas ainda não sabe direito. É um caminho, sabe que é pra frente – e só resta a gente torcer por ele. Força Kaléo!

Recado
“Faça seu breaking movido pelo amor !! ao breaking !! – essa é a essência!”

“Quero agradecer aos amigos que sempre colam nas rodas de breaking, mas também agradeço aos inimigos que puseram fogo na bomba – pro break brilhar! Só me fizeram crescer. A todos – um grande salve!”

Confira matéria completapelo link

http://zinezerozero.blogspot.com/2011/03/sg-breaking-parte-2.html


SG Breaking Cypher – Praça do Rodo/São Gonçalo
É família SG: espertinho num se cria…

A história da Style Monster Crew já conhecemos – veio da união da União SG com a SG Breaking, numa de fortalecer a arte em São Gonçalo. Encontramos B.Boy Lio no Turbilhão H2 (2010), que já tinha passado a responsa dessa gang. Neste 2011 já teve uma moral por Niterói e B.Boy Kaléo agora convocou pressa outra etapa: SG Breaking Cypher na Praça do Rodo. Zine00 compareceu – passando o rodo na break-reportage… Vai vendo!

De verde: Japa e Lio

B.Boy Japa

Cheguei na praça e o relógio do Kaléo tava ainda no horário de verão – atrasildo na parada. Mas vi uma rapa por ali e desenrolei de Zine00 pra cima do B.Boy Japa. O contexto SG fluiu fácil.

Ele falou da importância do intercâmbio, que mesmo o Kaléo quando não está de viagem – é sempre uma força para o break local. E os visitantes dão um brilho especial, quando chega o Troia, quando vai o Doug, o B.Boy Stal com a gang da F-021, isso é muita força mesmo. E a última foi a passagem da Funk Focker, que breakeou o Rio de cabo a rabo – em São Gonçalo também deram as cara. Essas trocas sempre acrescentam em técnica, em experiência, fora a moral que vai lá em cima!

Moleque maneiro, B.Boy Japa tá de break criado. Começou no 3° ano do colégio, quando encontrou Diego, que na época puxava o projeto Geração na Trilha – foi quem lhe ensinou os primeiros passos no bailado. Daí foi colar no Turbilhão Hip Hop, aquela correria lá do SESC Sangonça, quando conheceu de perto os Old School e passou a se interessar mais pela cultura, pelos fundamentos.


tropa do sorriso

No break, é o que diz B.Boy Japa, existe uma interação legal. A galera não é de esconder jogo, ficar de guerra de egos. Existe a rivalidade, e até sai briga, mas isso é coisa pouca, que morre nas batalhas. Aquelas cruzes riscadas no cabo da espingarda. Fora dali, pro Japa, são todos camaradas de consideração. Vê assim: break é uma família mesmo. Por isso, a meta é expandir o breaking.


Família Pluto, Bruno, Kaléo de bicão.

O contato com o Afro-Break de Sampa é intenso em São Gonçalo – teve na fala do B.Boy Lio, agora o Japa. É uma marca na atuação do B.Boy Gerson, com o trabalho de divulgação do breaking. B.Boy Gerson sempre fortalece a cena quando faz de suas experiências uma bela coleção de vídeos, bem editados, como proposta cultural inclusive. Isso que valeu pro Poeta Xandu ter feito sua primeira viagem breaking, no fim de 2010.

O plano do Japa é se organizar para fazer frente no Rival VS. Rival, que é uma batalha de muita energia, pelo clima intenso das gangs. (por enquanto, está prevista pra julho)

Recado:
“É pra geral pesquisar, que isso é mostrar interesse pelo que faz, no breaking, no Hip Hop. E pra quem está começando é chegar junto mesmo. Ter a certeza que não será tirado, nem marginalizado por ter pouca técnica. É entrar mesmo e correr atrás – sempre!”

Deixou seu salve pro pessoal do Rio, para aqueles que sempre colam por lá e levam prestígio pras roda de São Gonçalo.

 

Confira a matéria completa pelo link:

http://zinezerozero.blogspot.com/2011/03/sg-breaking-cypher_27.html

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